Lítio em Portugal – Relatório do grupo de trabalho

Encontra-se disponível para consulta pública o relatório do Grupo de Trabalho “Lítio”, criado por Despacho nº 15040/2016 do Secretário de Estado da Energia (publicado no D.R., 2ª Série, de 13 de dezembro de 2016). O relatório pode ser obtido no site da DGEG ou directamente aqui.

Todos os interessados poderão apresentar aqui os seus comentários e sugestões até ao próximo dia 8 de julho.

Nova Edição do Curso sobre Avaliação de Jazigos e outros Activos Minerais

IST (FUNDEC – 21, 22 e 23 de Junho 2017) – Luís Chambel (Sínese) e Jorge de Sousa (IST)

O curso destina-se a engenheiros de minas e geólogos, estudantes de licenciaturas e mestrados nas áreas da engenharia de minas e geologia, gestores de empresas mineiras, analistas de bancos e empresas do sector financeiro com atividade no sector dos recursos minerais.

Para obter o programa do curso, clique aqui: programa-avaliacao-jazigos_jun2017.

A ficha de inscrição pode ser obtida aqui: ficha-de inscrição-avaliacao-jazigos_jun2017

Após um superciclo de expansão de produção (preços e volumes), a indústria mineral encontra-se numa fase caracterizada pela incerteza quanto às perspectivas futuras, por uma tendência geral de baixa de produção e acréscimo da volatilidade de preços. As decisões de investimento ou desinvestimento ou financiamento dum projeto de prospecção ou exploração de um depósito mineral são críticas em qualquer fase do ciclo económico; são especialmente relevantes em situações como as atuais.

Aquelas decisões baseiam-se, em última análise, na capacidade de avaliar corretamente os jazigos e minas, isto é, de estimar custos (OPEX e CAPEX), receitas e risco associados à mineração do jazigo com base nas características da mineralização (e.g. volume, teor e preço unitário da mineralização e suas distribuições espaciais) e do maciço (e.g. hidrogeologia, geotecnia) e nas condições operacionais e de mercado (atuais e previsíveis).

O curso tem como objectivo fornecer aos participantes as bases teórico-práticas necessárias para avaliar jazigos e outros ativos minerais. Com este curso, os formandos desenvolverão competências para calcular o valor de jazigos e outros ativos minerais, estimando, classificando e reportando os recursos e reservas de jazigos minerais aplicando padrões internacionais. O curso apresenta de forma interligada um conjunto de metodologias, conceitos e ferramentas úteis na avaliação de jazigos e ativos minerais, nomeadamente:

  • Modelo DCF (discounted cash flow)
  • Normas internacionais – NI – 43.101 e CIM (Canadá), PERC (União Europeia), Nações Unidas, SME (Estados Unidos).
  • Métodos quantitativos, estatísticos e geoestatísticos de cálculo de recursos e reservas.
  • Métodos de avaliação de jazigos e concessões.
  • QA/QC, competent/qualified person.
  • Avaliação de risco.

O curso é apresentado recorrendo a casos práticos de avaliação de jazigos e outros activos minerais, nacionais e internacionais.

Para obter mais informações, contactar luischambel@sinese.pt.

wrong, something is very wrong

RISK UNDERVALUATION IN MINERAL PROJECTS

Reporting to markets should (have to!) be complete, independent and competent.

Risk is a key factor; in most cases, along with commodity price, the most important variable defining a project’s value. The importance of a good estimate of the risk measure (the discount rate in DCF models) cannot be overemphasized.

Yet, something is wrong, very wrong:

  • In most cases (in a sample of 77 documents reporting pre-feasibility, feasibility studies and valuation exercises of operating assets), the magical discount rates used in DCF are 5% and 8%, accounting for 26% and 27% of the cases (10% accounts for 17%). In 75% of the analised cases, the used discount rate is ≤ 8%. Let’s say you are an investor, would you accept a lower than 8% rate in most mineral projects?
  • The 5% magical number is pervasive in gold projects. A new rule can almost be written; IF gold THEN 5%.
  • Reports include countless pages of technical minutia and detail of doubtful utility for the average investor; yet only a handful of them has any discussion or justification of the chosen discount rate.
  • Country risk is irrelevant; I will grant that the 77 sample is relatively small but the anecdotal evidence shows that the same risk is attributed to projects in the US and Canada or in Burkina Faso and Colombia.

Please bear in mind these are preliminary results; as more data is compiled, new trends may develop. Although I tried to have a random sample, diamond and gold projects may be overrepresented (20 and 21 out of 77, respectively).

I will present these and other results at SME’s Mining Finance Conference in NYC on May 1 and 2, a little more than a week from now. If you are attending, I would like to discuss in person the reasons behind this and how should this (can it?) be remediated – or shouldn’t reporting to markets be complete, independent and competent?

Being a member of SME and of the Society of Economic Geologists – SEG I will try to discuss this issue within these professional organisations. Your comments (in person or through online fora) are always welcome.

Gold trends last year

For those that missed it, World Gold Council released a report a few days ago about the gold trends in 2016. World Gold Council report highlights:

  • 2016 was the second best year for ETFs on record. Global demand for gold-backed ETFs and similar products was 531.9t – the highest since 2009. Q4 saw outflows.

  • The gold price ended the year up 8%. Having risen 25% by the end of September, gold relinquished some of its gains in Q4 following Trump’s conciliatory acceptance speech and the FOMC’s interest rate rise.
  • 2016 saw a 7-year low for jewellery demand.bRising prices for much of the year, regulatory and fiscal hurdles in India and China’s softening economy were key reasons for weakness in the sector.
  • India’s shock demonetisation policy brought the market to a virtual standstill. An initial rush for gold following the policy announcement came to a swift halt in the ensuing cash crunch.

You may download the full report report here.

Nova Edição do Curso sobre Avaliação de Jazigos e outros Activos Minerais

IST (FUNDEC – 19, 20 e 21 de Setembro 2016) – Luís Chambel (Sínese) e Jorge de Sousa (IST)

O curso destina-se a engenheiros de minas e geólogos, estudantes de licenciaturas e mestrados nas áreas da engenharia de minas e geologia, gestores de empresas mineiras, analistas de bancos e empresas do sector financeiro com atividade no sector dos recursos minerais.

Para obter o programa do curso, clique aqui: programa-avaliacao-jazigos_set2016.

A ficha de inscrição pode ser obtida aqui: ficha-de inscrição-avaliacao-jazigos_set2016

Após um superciclo de expansão de produção (preços e volumes), a indústria mineral encontra-se numa fase caracterizada pela incerteza quanto às perspectivas futuras, por uma tendência geral de baixa de produção e acréscimo da volatilidade de preços. As decisões de investimento ou desinvestimento ou financiamento dum projeto de prospecção ou exploração de um depósito mineral são críticas em qualquer fase do ciclo económico; são especialmente relevantes em situações como as atuais.

Aquelas decisões baseiam-se, em última análise, na capacidade de avaliar corretamente os jazigos e minas, isto é, de estimar custos (OPEX e CAPEX), receitas e risco associados à mineração do jazigo com base nas características da mineralização (e.g. volume, teor e preço unitário da mineralização e suas distribuições espaciais) e do maciço (e.g. hidrogeologia, geotecnia) e nas condições operacionais e de mercado (atuais e previsíveis).

O curso tem como objectivo fornecer aos participantes as bases teórico-práticas necessárias para avaliar jazigos e outros ativos minerais. Com este curso, os formandos desenvolverão competências para calcular o valor de jazigos e outros ativos minerais, estimando, classificando e reportando os recursos e reservas de jazigos minerais aplicando padrões internacionais. O curso apresenta de forma interligada um conjunto de metodologias, conceitos e ferramentas úteis na avaliação de jazigos e ativos minerais, nomeadamente:

  • Modelo DCF (discounted cash flow)
  • Normas internacionais – NI – 43.101 e CIM (Canadá), PERC (União Europeia), Nações Unidas, SME (Estados Unidos).
  • Métodos quantitativos, estatísticos e geoestatísticos de cálculo de recursos e reservas.
  • Métodos de avaliação de jazigos e concessões.
  • QA/QC, competent/qualified person.
  • Avaliação de risco.

O curso é apresentado recorrendo a casos práticos de avaliação de jazigos e outros activos minerais, nacionais e internacionais.

Para obter mais informações, contactar luischambel@sinese.pt.

The Portuguese Natural Stone industry

A short updated summary

Portugal is an old and important natural stone producer and exporter – 380 M USD in 2015 (roughly over 70% of it as finished products) being, on a per capita basis, the largest world exporter. The country’s stone exports have a high added value, its average price being one of (if not) the largest in the world.

The Portuguese natural stone production is diversified, ranging from marble and limestone quarried in the South and Centre of the country to granites in the Centre and North of Portugal. The country also has an important stone manufacturing base, with factories located near Lisbon (Pero Pinheiro) and in the main quarrying centres. The country is also a manufacturer of specialized equipment and machinery for the stone industry.

The natural stone industry is fragmented, being composed mostly of family owned businesses.

All these factors (abundant, diversified sources, widespread know-how, relatively low capital intensive) contributed along millennia to a stone culture in the country – Portugal has the largest concentration of pre-historic stone monuments in Europe and natural stone is used in virtually every single house in Portugal.

The country is well placed to be a trade platform between Europe, Africa and the Americas (with all of which Portugal has important historical, cultural and economic ties), with good transport infrastructure (notably the Sines deep water harbour and an excellent road network) and competitive specialized manpower.

You may download this in pdf format (and tables) from here The Portuguese Natural Stone industry – a short summary. You may also read more herehere and elsewhere in this blog (just use the search tool, here). For more detailed information drop me a line at luischambel@sinese.pt.