One decade of ups and downs in rough and cut diamonds

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The last two decades have been a carrousel of emotions in the mining industry:

  • Oil and gold prices had steadily been growing since 2001. Oil spiked to maximum historical values in 2008 (and then crashed, to climb again for 3 consecutive years, plateau for 4 years, until mid 2014, crashing again, reaching nominal values of 2005, and recovering marginally since then).
  • Gold has had a more regular pattern, growing since to 2001 until 2011, maintaining a high plateau until the end of 2012, crashing until mid 2013, becoming relatively stable since then.
  • Polished diamonds have shown a much less volatile behaviour, with some ups in 2008 and 2011 (mimicking the markets’ general mood) but rapidly stabilising into a nominal stability (a slow real price decline).
  • Rough diamonds prices rose roughly 50% in nominal terms (as measured by the Zimnisky Rough Index) since 2007, a more subdued increase in real terms. The price increased in the 2009 – 2011 period, after which it stabilised until early 2015, after which it slowly declined until today.

Why are diamond prices less volatile than other mineral commodities’?
Why do rough and polished prices behave differently?
New deposits discovery and production capacity expansion seem increasingly difficult; why don’t diamond prices increase significantly in real terms?
Are there two different markets in diamonds?
What is the impact of new recovery technologies (XRT) in diamond markets?

Will discuss that in the next post. What is your opinion?

The oil and gold indices were calculated by just dividing the monthly gold average nominal price in US dollars by their price (nominal US dollars) in January 1980.

The Antwerp Diamond Index is a set of indices used to measure the price variation of five types of polished diamonds. The index is based on prices in US $ and gives the average price evolution on the Antwerp market of diamonds ranging in colour from exceptional white + to white and in clarity from LC to VS2:

  • 1 ct diamonds (1973 =100)
  • 1/2 ct diamonds (1973 =100)
  • A = Small Brilliant (1980 =100)
  • B = Melée (1980 =100)
  • C = 1/4 ct diamonds (1980 =100)

The Antwerp Diamond Index is maintained by the Diamond Office of The Antwerp World Diamond Centre (AWDC). To know more about AWDC and the Diamond Office , just visit their website: https://www.awdc.be/en/diamond-office.

The Zimnisky Global Rough Diamond Price Index was created to consolidate rough diamond price information and publish current respective price changes of rough diamonds on a weekly basis in the form of an index.  The intent of the Index is to track, analyze, and disseminate current aggregate rough diamond price fluctuations for use by a range of diamond industry participants.

The proprietary index methodology primarily incorporates price data from rough diamond transactions in the primary market, e.g. sales via long-term contract, tender, and auction by commercial miners. The Index also includes a minor sensitivity to polished diamond prices, given that miners utilize the polished market as a factor when determining contract pricing of rough. In addition, the Index includes a minor sensitivity to stand-alone diamond mining equities, as the relative liquidity that equities provide can imply the current profitability and revenue generation ability of diamond miners, which is directly influenced by the current rough diamond market.

Given the nature of natural diamond production, the variance in quality of stones produced, or the product mix, can impact global rough diamond prices on an average price-per-carat basis. The Index strives to represent as accurately as possible current price changes reflected in the average rough diamond transaction valued on a per carat basis in U.S. dollars. The Index value does not directly represent the price of a 1-carat rough diamond, but the percentage change in the average value of a rough diamond transaction relative to the initial Index value, at a given point in time.

The Index is based on an initial value of 100 using data starting on April 4, 2004. The Index is updated on a weekly basis, typically on Saturday. Retroactive revisions to index data are made on a quarterly basis typically after public miners release official quarterly sales figures.
(adapted from http://www.paulzimnisky.com)

To know more about the Zimnisky Global Rough Diamond Price Index, or obtain Paul Zimnisky’s insight on the diamond markets, check http://www.paulzimnisky.com.

PROSPECÇÃO DE JAZIGOS MINERAIS – CURSO NO FUNDEC – IST, 20 e 21 setembro 2017

Mais um curso no IST – FUNDEC, já daqui a uma semana – Prospecção de Jazigos Minerais. Para saber mais, e para obter o programa e ficha de inscrição, basta clicar aqui. Os contactos do FUNDEC podem ser obtidos clicando aqui.

De 27 a 29 de setembro, um outro curso, Avaliação de Jazigos e Activos Minerais – para mais informações sobre este curso, basta clicar aqui.

Dúvidas, questões, sugestões são sempre benvindas: luischambel@sinese.pt .

Nova Edição do Curso sobre Avaliação de Jazigos e outros Activos Minerais

IST (FUNDEC – 21, 22 e 23 de Junho 2017) – Luís Chambel (Sínese) e Jorge de Sousa (IST)

O curso destina-se a engenheiros de minas e geólogos, estudantes de licenciaturas e mestrados nas áreas da engenharia de minas e geologia, gestores de empresas mineiras, analistas de bancos e empresas do sector financeiro com atividade no sector dos recursos minerais.

Para obter o programa do curso, clique aqui: programa-avaliacao-jazigos_jun2017.

A ficha de inscrição pode ser obtida aqui: ficha-de inscrição-avaliacao-jazigos_jun2017

Após um superciclo de expansão de produção (preços e volumes), a indústria mineral encontra-se numa fase caracterizada pela incerteza quanto às perspectivas futuras, por uma tendência geral de baixa de produção e acréscimo da volatilidade de preços. As decisões de investimento ou desinvestimento ou financiamento dum projeto de prospecção ou exploração de um depósito mineral são críticas em qualquer fase do ciclo económico; são especialmente relevantes em situações como as atuais.

Aquelas decisões baseiam-se, em última análise, na capacidade de avaliar corretamente os jazigos e minas, isto é, de estimar custos (OPEX e CAPEX), receitas e risco associados à mineração do jazigo com base nas características da mineralização (e.g. volume, teor e preço unitário da mineralização e suas distribuições espaciais) e do maciço (e.g. hidrogeologia, geotecnia) e nas condições operacionais e de mercado (atuais e previsíveis).

O curso tem como objectivo fornecer aos participantes as bases teórico-práticas necessárias para avaliar jazigos e outros ativos minerais. Com este curso, os formandos desenvolverão competências para calcular o valor de jazigos e outros ativos minerais, estimando, classificando e reportando os recursos e reservas de jazigos minerais aplicando padrões internacionais. O curso apresenta de forma interligada um conjunto de metodologias, conceitos e ferramentas úteis na avaliação de jazigos e ativos minerais, nomeadamente:

  • Modelo DCF (discounted cash flow)
  • Normas internacionais – NI – 43.101 e CIM (Canadá), PERC (União Europeia), Nações Unidas, SME (Estados Unidos).
  • Métodos quantitativos, estatísticos e geoestatísticos de cálculo de recursos e reservas.
  • Métodos de avaliação de jazigos e concessões.
  • QA/QC, competent/qualified person.
  • Avaliação de risco.

O curso é apresentado recorrendo a casos práticos de avaliação de jazigos e outros activos minerais, nacionais e internacionais.

Para obter mais informações, contactar luischambel@sinese.pt.

Nova Edição do Curso sobre Avaliação de Jazigos e outros Activos Minerais

IST (FUNDEC – 19, 20 e 21 de Setembro 2016) – Luís Chambel (Sínese) e Jorge de Sousa (IST)

O curso destina-se a engenheiros de minas e geólogos, estudantes de licenciaturas e mestrados nas áreas da engenharia de minas e geologia, gestores de empresas mineiras, analistas de bancos e empresas do sector financeiro com atividade no sector dos recursos minerais.

Para obter o programa do curso, clique aqui: programa-avaliacao-jazigos_set2016.

A ficha de inscrição pode ser obtida aqui: ficha-de inscrição-avaliacao-jazigos_set2016

Após um superciclo de expansão de produção (preços e volumes), a indústria mineral encontra-se numa fase caracterizada pela incerteza quanto às perspectivas futuras, por uma tendência geral de baixa de produção e acréscimo da volatilidade de preços. As decisões de investimento ou desinvestimento ou financiamento dum projeto de prospecção ou exploração de um depósito mineral são críticas em qualquer fase do ciclo económico; são especialmente relevantes em situações como as atuais.

Aquelas decisões baseiam-se, em última análise, na capacidade de avaliar corretamente os jazigos e minas, isto é, de estimar custos (OPEX e CAPEX), receitas e risco associados à mineração do jazigo com base nas características da mineralização (e.g. volume, teor e preço unitário da mineralização e suas distribuições espaciais) e do maciço (e.g. hidrogeologia, geotecnia) e nas condições operacionais e de mercado (atuais e previsíveis).

O curso tem como objectivo fornecer aos participantes as bases teórico-práticas necessárias para avaliar jazigos e outros ativos minerais. Com este curso, os formandos desenvolverão competências para calcular o valor de jazigos e outros ativos minerais, estimando, classificando e reportando os recursos e reservas de jazigos minerais aplicando padrões internacionais. O curso apresenta de forma interligada um conjunto de metodologias, conceitos e ferramentas úteis na avaliação de jazigos e ativos minerais, nomeadamente:

  • Modelo DCF (discounted cash flow)
  • Normas internacionais – NI – 43.101 e CIM (Canadá), PERC (União Europeia), Nações Unidas, SME (Estados Unidos).
  • Métodos quantitativos, estatísticos e geoestatísticos de cálculo de recursos e reservas.
  • Métodos de avaliação de jazigos e concessões.
  • QA/QC, competent/qualified person.
  • Avaliação de risco.

O curso é apresentado recorrendo a casos práticos de avaliação de jazigos e outros activos minerais, nacionais e internacionais.

Para obter mais informações, contactar luischambel@sinese.pt.

Curso sobre Avaliação de Jazigos e outros Activos Minerais

IST (FUNDEC – 11, 12 e 13 de Abril 2016) – Luís Chambel (Sínese) e Jorge de Sousa (IST)

O curso destina-se a engenheiros de minas e geólogos, estudantes de licenciaturas e mestrados nas áreas da engenharia de minas e geologia, gestores de empresas mineiras, analistas de bancos e empresas do sector financeiro com atividade no sector dos recursos minerais.

Após um superciclo de expansão de produção (preços e volumes), a indústria mineral encontra-se numa fase caracterizada pela incerteza quanto às perspectivas futuras, por uma tendência geral de baixa de produção e acréscimo da volatilidade de preços. As decisões de investimento ou desinvestimento ou financiamento dum projeto de prospecção ou exploração de um depósito mineral são críticas em qualquer fase do ciclo económico; são especialmente relevantes em situações como as atuais.

Aquelas decisões baseiam-se, em última análise, na capacidade de avaliar corretamente os jazigos e minas, isto é, de estimar custos (OPEX e CAPEX), receitas e risco associados à mineração do jazigo com base nas características da mineralização (e.g. volume, teor e preço unitário da mineralização e suas distribuições espaciais) e do maciço (e.g. hidrogeologia, geotecnia) e nas condições operacionais e de mercado (atuais e previsíveis).

O curso tem como objectivo fornecer aos participantes as bases teórico-práticas necessárias para avaliar jazigos e outros ativos minerais. Com este curso, os formandos desenvolverão competências para calcular o valor de jazigos e outros ativos minerais, estimando, classificando e reportando os recursos e reservas de jazigos minerais aplicando padrões internacionais. O curso apresenta de forma interligada um conjunto de metodologias, conceitos e ferramentas úteis na avaliação de jazigos e ativos minerais, nomeadamente:

  • Modelo DCF (discounted cash flow)
  • Normas internacionais – NI – 43.101 e CIM (Canadá), PERC (União Europeia), Nações Unidas, SME (Estados Unidos).
  • Métodos quantitativos, estatísticos e geoestatísticos de cálculo de recursos e reservas.
  • Métodos de avaliação de jazigos e concessões.
  • QA/QC, competent/qualified person.
  • Avaliação de risco.

O curso é apresentado recorrendo a casos práticos de avaliação de jazigos e outros activos minerais, nacionais e internacionais.

Para obter mais informações, contactar luischambel@sinese.pt.

CORRESPONDENCE ANALYSIS AS A MODELING TOOL

A new book on Correspondence Analysis has been published by two of my former (excellent) professors and (later) colleagues at the Mining Engineering Dept. (Instituto Superior Técnico), Henrique Garcia Pereira and António Jorge Sousa, with three other authors: Jorge Tavares Ribeiro, Ana Rita Salgueiro and Peter Dowd.

This book presents a particular perspective on Correspondence Analysis methodology based on the practical experience of the authors in applied research in the topic and in related areas in Data Analysis. The target audience for the book includes undergraduate and graduate students in Engineering, Biology, Geology, Sociology and other branches of Science, both ‘hard’ and ‘soft’. Discipline experts who make use of Big Data for modeling purposes in any field will also benefit from this text, which includes a software package suitable for most applications.

Correspondence Analysis is a data treatment methodology developed in the 1960s by the French mathematician Jean-Paul Benzécri. In this text, Correspondence Analysis is considered as a modeling tool that can be used to convert raw numeric data into graphical displays, the interpretation of which may reveal new relationships or associations among the basic elements of the input tables. The resulting structure may be considered as the backbone of a particular type of model having a number of descriptive or explanatory purposes.

To know more…

CORRESPONDENCE ANALYSIS AS A MODELING TOOL
ISBN 978-989‐8481‐40‐5 E-pub
istpress.tecnico.ulisboa.pt